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Prevenção das Dependências - Art of Counseling

Prevenção significa: Prevenir, Adiar e Reduzir os consumos de substâncias geradoras de abuso, dependência crónica, progressiva e fatal.

Prevenção das Dependências - Art of Counseling

Prevenção significa: Prevenir, Adiar e Reduzir os consumos de substâncias geradoras de abuso, dependência crónica, progressiva e fatal.

Prevenir é o melhor remedio

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Porto: Associação de bares alerta para o “drink spiking”

Donos de bares da zona histórica do Porto aconselharam hoje os seus clientes a redobrarem a atenção para o fenómeno do «drink spiking», que consiste na adição de substâncias psicotrópicas em bebidas para facilitar roubos ou violações.  

Em comunicado, a Associação de Bares da Zona Histórica do Porto (ABZHP) enumera um conjunto de «mandamentos» que devem ser seguidos pelos frequentadores dos estabelecimentos nocturnos na passagem de ano.

Não abandonar o copo em circunstância alguma e não aceitar oferta de bebidas por estranhos, sem verificar quem as serviu, são dois dos «mandamentos» enunciados.  
A um conjunto de 13 mandamentos directamente relacionados com o «drink spiking», a ABZHP acrescenta uma recomendação aos donos de estabelecimentos nocturnos para que vedem a entrada nos seus estabelecimentos a menores de 16 anos, nos termos da lei. 

Diário Digital / Lusa

Comentário: Como profissional atento e visto já não ser novidade o “drink spining”, é a segunda vez que publico uma noticia destas no blogue, para alertar todos deste fenómeno. Principalmente, para os pais de jovens que se deslocam a estas zonas de lazer. Como a associação refere existirem "13 mandamentos" sugerir aos jovens e todos aqueles que se sintam expostos a este risco informarem-se junto da gerência dos bares sobre como protegerem-se de roubos e/ou violações associados ao "drink spiking".

Não querendo generalizar, provavelmente este fenómeno já ocorre em todo o país, não se limitando somente à zona do Porto. Prevenir é o melhor remédio.

A Ciencia e a Prevenção

Observatório Europeu das Drogas e da Toxicodependência (OEDT)

Comunicado da Agencia da União Europeia de informação sobre a droga, Lisboa

 

«IN AQUA VERITAS? ANÁLISE DE DROGAS ILÍCITAS EM ÁGUAS RESIDUAIS»

 

Análise de águas residuais, uma perspectiva promissora de vigilância da droga, refere o OEDT

 

(3.12.2008, LISBOA) A agência da UE de informação sobre droga (OEDT) apresenta hoje, na última edição da série Insights, uma nova abordagem em matéria de vigilância do consumo de drogas ilícitas na comunidade intitulada: Análise de drogas ilícitas em águas residuais: potencial e limitações de uma nova abordagem de vigilância, o relatório explica o modo como a busca de resíduos de drogas ilícitas nas águas residuais municipais (nomeadamente de estações de tratamento) pode contribuir para uma compreensão em tempo real dos níveis de consumo de drogas e da evolução das tendências ao nível local.

O relatório explica em que medida o avanço tecnológico, aliado a técnicas de detecção mais sensíveis (espectrometria de massas; cromatografia líquida de alta eficiência), permitiram aos cientistas identificar resíduos de drogas em líquidos, mesmo em concentrações muito baixas. O método envolve a análise de águas residuais, de forma a medir os níveis de produtos de degradação das drogas ilícitas excretados na urina. Esses níveis são posteriormente usados para calcular os níveis de consumo de substâncias específicas numa determinada comunidade.

 

Prendas sim, mas com Limites e com Amor

Qual é o melhor brinquedo para as crianças e para os pais? As pessoas, afirmam os estudiosos do comportamento humano. Então, porque se gasta tanto dinheiro em presentes? “Porque as pessoas têm pouca satisfação em estar umas com as outras e sentem a necessidade de compensação”, explica o pedopsiquiatra e psicanalista Emílio Salgueiro.

O Presidente do Colégio de Psiquiatria da Infância a da Adolescência da Ordem dos Médicos está convicto de que a vida moderna padece de uma crise social e a cura passa pela ponderação. ”Os pais devem reflectir sobre o espírito com que dão brinquedos. Quanto mais os adultos têm a sensação de que estão ausentes, mais brinquedos oferecem. É uma forma de se desculpabilizarem pela falta de disponibilidade e é isso que se vê na actual angústia natalícia”. A prova esta à vista de todos: As vendas de brinquedos aumentam de ano para ano.

O número de prendas é quase sempre proporcional ao orçamento, contudo, o excesso diminui valor dos presentes. ”Como são muitos, não é atribuído tanto valor e o gosto de desfrutar também é menor. É um pouco anestesiar as crianças”, ironiza Emílio salgueiro. Também pedopsiquiatra e psicanalista Maria José Gonçalves reconhece que “há de facto, uma tendência consumista e uma variedade de oferta que favorece que as crianças tenham mais brinquedos”. Ainda assim, esta realidade não tem de ser negativa. “Não há números ideais, mas os pais devem escolher os brinquedos de acordo com a idade da criança, as suas capacidades e interesses e não em função dos seus próprios gostos”.

Época Festiva - Natal

Estamos em plena época natalicia

 

Andamos todos a pensar no Natal. Alguns passam em familia outros nem por isso, mas somos todos invadidos por um misto de nostalgia e euforia.

 

Gostaria simplesmente de referir e enaltecer a importancia de nos centrarmos no verdadeiro sentido e proposito do Natal em vez de no dinheiro, consumismo desenfreado.

 

Na minha opinião, considero o Natal como algo que "obedece" a certos rituais e tradições aos sonhos e à imaginação.

 

Boas Festas : º)

Pedido de Ajuda Corajoso - Agressividade

Pedido de Ajuda Corajoso 

Sou mãe de um jovem de dezoito anos, que durante a sua infância e pré adolescência nunca manifestou comportamentos agressivos ou algo do género, sempre foi um  filho sensível, meigo e atencioso, com um bom senso que por vezes desejaríamos que alguns adultos tivessem.


O meu filho completou 18 anos em Julho 2008 mas...em Janeiro de 2008 começou a ter atitudes agressivas, prepotentes e de uma falta de educação inaceitável.
Falava com alguns familiares e amigos sobre o seu comportamento e iam-me dizendo, tens que ter calma, é uma fase, isso passa.


Eu sou muito carinhosa com os meus filhos mas ao mesmo tempo exigente e "pego no pé" como os meus filhos dizem, mas só quero o melhor para eles.
E quando digo, isto é, mesmo quando eles tem um comportamento incorrecto chamo atenção e sou chata se for necessário.


Mas tudo isto tem sido bastante complicado de gerir. O meu filho sai quase todas as noites e quando eu lhe digo que não sais, por isto por aquilo etc... ele ameaça que sai, e sai mesmo, mesmo magoando.

 
Entrou este ano na faculdade, numa área que não era do seu agrado, depois de muito argumentar para que não desistisse mas aproveita-se as mais valias da frequência desse curso e que logo que a oportunidade surgisse mudava de curso, em vão faltou ate desistir definitivamente.


Desconfiei que andava a jogar no Casino, mas não tenho a certeza e como não consigo demove-lo de se envolver em situações que o possam vir a prejudicar fui desistindo porque vivo apavorada e tudo me passa pela cabeça até que esteja a drogar-se mesmo.


A linguagem dele alterou completamente até o grupo de amigos mais próximo dele tem reparado, começou a sair com outro tipo de amizades ,as quais nem me deixa chegar perto, não conheço nenhum dos amigos dele  neste momento, poucos são os amigos que tinha que ainda se relacionam com ele.


Começou a trabalhar com o tio (irmão do meu marido, falta as responsabilidades todos os dias chega atrasado, sai do local de trabalho, mente, inventa desculpas maior parte descabidas.


Não consegue iniciar um projecto, e termina-lo normalmente, seja a coisa mais básica que possamos imaginar... por ex. diz que vai tomar banho depois arrumar o quarto ou fazer uma coisa qualquer, o telemóvel não pára, basta uma mensagem e ele muda o rumo da vida dele.


Grita comigo a toda a hora, mesmo quando lhe digo que não lhe admito mais faltas de educação , que o repreendo.

 A resposta passou a ser Oh Pá! Oh Pá! E coisas do género. Antes de ontem (sábado) chegou as 6.30 da manhã a casa quando chegou ao local de trabalho , mandou uma mensagem ao tio a dizer que vinha a casa tomar banho e tomar o pequeno almoço, nunca mais lá apareceu. Quando chegou a casa perguntei-lhe, Então? Vieste embora hoje  que a loja tem tanto movimento e o tio precisa de ti? Ele respondeu “Já falei com o tio e fiquei de ir de tarde.” Mais tarde vim a saber pelo meu cunhado que apenas lhe tinha enviado uma mensagem e lhe tinha dito ele que ia de tarde. Eu disse pois... deste um toque para o telefone. A mãe ligou e disseram-me que tinhas saído não está correcto. Miguel, (nome fictício) hoje é que o tio precisa de ti e é assim consegues ganhar o teu ordenado?

O meu filho responde..."não sabe, não fala" fiquei atónica, revoltada envergonhada não foi isto que ensinei aos meus filhos tenho a certeza. Refilei com ele disse-lhe que não lhe admitia tanta falta de educação e que estava saturada de tanta má criação do meu próprio filho. Mas de nada valeu ,foi-se deitar e disse agora deixa-me dormir eu nem posso acreditar este é o meu filho. Aquele a quem ensinei que a atitude era a melhor forma de enfrentar a vida que a educação era o nosso bilhete de identidade enfim uma infinidade de valores que considero vitais na minha vida.
 
Preciso de ajuda , estou a enlouquecer com tudo isto e para alem deste meu filho tenho uma menina com dez anos a quem ele maltrata constantemente, chegando até a bater-lhe, sem qualquer tipo de racionalização. Sinto-me tão sozinha o meu marido está sempre fora, ele não respeita ninguém nem ao próprio pai que anda dia e noite a tentar recuperar a nossa vida que nestes últimos dois anos deu uma reviravolta em termos económicos indescritíveis.
A minha menina e eu choramos todos os dias juntas, muitas vezes com medo do que possa ele fazer a seguir.
Estamos todos os dias sozinhas em casa e eu penso quando ela chegar á adolescência qual o efeito que esta situação terá nela?


Amo demais os meus filhos e não consigo viver nesta angustia, neste medo constante do que vem a seguir.
 
Amélia (nome fictício)

 

60 Anos dos Direitos Humanos

10 de dezembro comemora-se os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

 

http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&task=blogsection&id=12&Itemid=98

 

É apenas a ponta do iceberg

 

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Um novo estudo realizado na Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA) efectuado pelo departamento de pediatria revela que a maioria dos médicos aparenta ignorar as orientações gerais sobre o Plano Nacional de Saúde – Prevenção de Comportamentos de Risco. Durante as consultas aos adolescentes, os médicos deveriam promover um dialogo construtivo sobre comportamentos de risco, tais como; o uso de álcool e/ou drogas e outros assuntos relacionados com comportamentos de risco.

Os pesquisadores administraram um questionário a 2.192 adolescentes com idades compreendidas entre os 12 e os 17 anos de idade. Os jovens eram questionados sobre se alguma vez o seu médico/a tinha falado sobre o uso de tabaco, álcool, drogas (licitas e ilícitas), cinto de segurança e doenças sexualmente transmissíveis.

Mais de 80% dos médicos não abordam questões de segurança tais como; a utilização do cinto de segurança e o uso de capacete e pelos menos 70% não falam sobre o uso de substancias.

A violência entre adolescentes é o assunto menos discutido enquanto o exercício físico e a nutrição são os assuntos mais abordados refere o estudo.

Estudo publicado no Journal of Adolescent Health

Comentário: Pelo menos, nos EUA, algumas instituições importantes escutam os jovens e depois publicam o resultado dos estudos. Pelo menos, alguns médicos têm a humildade suficiente para em público reconhecer que é preciso melhorar a abordagem da Prevenção das Dependências. Pelo menos, algum do dinheiro dos contribuintes e gasto a favor dos filhos/as desses mesmos contribuintes.

Considero que ignorar a realidade “escondida” será contribuir para uma sociedade “doente” que promove uma “ velha cultura que bebe” evoluindo para uma “jovem cultura” que consome substâncias adictiva licitas e/ou ilícitass. Sabemos que entre os jovens consumir drogas, incluindo o álcool, é um acto social. Quantos destes jovens se tornam dependentes enquanto os adultos permanecem impotentes perante este fenómeno?

De acordo com o Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (2003) estudos realizados em escolas dos países membros revelaram que 33% dos jovens portugueses entre 15 e os 16 anos de idade já experimentaram o estado de embriaguez. Portugal é dos países da União Europeia que apresenta taxas mais elevadas de consumo de bebidas alcoólicas, assim como problemas graves associados a esta prática, numa percentagem que chega atingir os 10% da população. Esta é apenas a “ponta do iceberg.”

“Mais vale prevenir do que remediar”

Plano Nacional de Saúde